No Amazonas, promotor quer revogação de decreto que suspende funcionamento de igrejas

O promotor abriu inquérito civil para investigar possível ato de improbidade administrativa do governador por “violação do princípio da legalidade”.

Imagem Ilustrativa

MANAUS – Weslei Machado, promotor de Justiça atuante no município de Coari, no interior do Amazonas, propôs ao governador Wilson Lima, a revogação da decisão em fechar templos religiosos e igrejas, alegando assim, liberdade religiosa e de culto.

O promotor abriu inquérito civil para investigar possível ato de improbidade administrativa do governador por “violação do princípio da legalidade”.

No documento, publicado no Diário Eletrônico do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), o promotor cita “por meio de decreto onipotente, o governador do Estado do Amazonas suspendeu, sem a existência de uma decisão judicial ou sem a existência de uma lei, o funcionamento de igrejas, templos religiosos e instituições afins, causando prejuízo, a quem queira, exercer a sua fé neste tempo de crise”.

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