Caso Kimberly: Rafael Fernandes vai a júri popular e responderá pela morte de miss

A defesa de Rafael solicitou um exame de Insanidade Mental, mas após o resultado a Justiça entendeu que ele deve responder pela morte da Miss Manicoré Kimberly Karen Mota

Foto Divulgação

Nesta última semana o caso Kimberly teve uma reviravolta, a Miss Manicoré Kimberly Karen Mota, que tinha 22 anos, foi assassinada pelo ex-namorado Rafael Fernandes Rodrigues no dia 12 de maio deste ano.

Após o crime Rafael fugiu para Roraima, ele foi preso após uma caça dos policiais civis do Amazonas no fim da tarde do dia 15 de maio. Ele estava em um casebre improvisado na invasão Morro do Quiabo, em Pacaraima, no Estado de Roraima. Ele estava sendo ajudado por dois venezuelanos e no local a polícia achou pistas dos próximos passos que Rafael daria na tentativa de fugir.

A defesa do réu-confesso do crime, o analista judiciário Rafael Fernandes Rodrigues havia solicitado um incidente de insanidade mental [realizado quando há dúvida sobre a saúde mental do acusado na época dos atos]. O resultado da perícia-médica saiu e a Justiça Amazonense entendeu que Rafael pode ser responsabilizado pelo feminicídio da ex-namorada, que foi morta por ele a facadas dentro de um condomínio no Centro de Manaus.

Rafael está em uma unidade prisional da capital desde o dia 17 deste ano. Ele cumprirá pena criminal e não medida de segurança. O processo está em andamento e ainda não há previsão para a data do julgamento. No entanto, Rafael vai a júri popular composto por sete jurados. A decisão foi assinada pelo juiz Anésio Rocha Pinheiro, da 2ª Vara do Tribunal do Júri da Capital.

No depoimento oficial, Rafael disse ter visto mensagens de homens desconhecidos com emoticons de corações e fotos, após um ataque de ciúmes, ele foi até à cozinha, onde escolheu a maior faca para matá-la. Logo em seguida, Kimberly foi assassinada com vários golpes. O corpo foi localizado dois dias depois.

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