Bebê de 1 ano é decapitada pelo padrasto

O assassino confessou para a polícia ter matado a bebê de um ano e deixado o corpo às margens da estrada.

A Polícia Civil de São Paulo encontrou na tarde desta quinta-feira, (15), o corpo da bebê Maria Clara, de 1 ano, que estava desaparecida desde a terça-feira, (13). O corpo foi encontrado decapitado, no encostamento de uma estrada, no município de Taubaté (SP). O Padrasto confessou o crime.

A polícia não deu detalhes de como a bebê foi morta mas informou que encontrou o corpo depois de um depoimento do padrasto, que já havia anteriormente registrado um boletim de ocorrência pelo desaparecimento.

“Ele confessou que matou a menina, não apresentou nenhuma razão. Infelizmente, disse que tinha matado, onde tinha deixado o corpo. Encontramos o corpo da criança sem a cabeça, também a cadeirinha e a roupinha que ela estava usando. A cabeça e o corpo estavam juntos. Ela não estava enterrada”, explicou a delegada responsável pelo caso, Renata Costilhas.

Em depoimento para a polícia, o homem contou que por volta das 11h desta terça-feira (13), teria deixado a menina na companhia de um homem em um ponto de ônibus na região central de Pindamonhangaba para usar o banheiro. Na volta, segundo a declaração inicial do padrasto, percebeu que a menina tinha sido levada.

Em seguida, ele teria procurada por cerca de seis horas a criança, até procurar a Polícia Civil para registar o caso. Os investigadores suspeitaram da versão do homem e contestaram o depoimento. Imagens das câmeras de segurança na região central desmentiram a versão do homem.

O corpo da bebê foi encontrado sem a cabeça, juntamente com a cadeirinha e a roupinha que ela estava usando.

O corpo foi recolhido e levado ao Instituto Médico Legal de Taubaté. O homem foi levado para a delegacia de Pindamonhangaba e transferido para o Centro de Triagem em Taubaté após ter a prisão temporária decretada. O conselho tutelar chegou a acompanhar o caso.

O padrasto preso pelo crime morava com a mãe da criança, que tem outras duas crianças e está grávida de oito meses. A casa deles, no bairro Araretama, foi queimada por pessoas revoltadas com o caso após ele ser preso por confessar o crime. Ninguém ficou ferido e o Corpo de Bombeiros foi chamado para apagar as chamas.

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